sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012
Jesus o Bom Pastor.
Os sinóticos apresentam numerosos elementos que pronunciam a alegoria do evangelista são João. O nascimento de Jesus em Belém cum-pre a profecia de Miquéias ( Mt 2,6 = Mi 5,1 ); sua misericórdia revela nele o pastor que Moisés queria ( Nr 27,17 ); pois ele vem ao encontro das ovelhas sem pastor ( 9,36; Mc 6,34 ). Jesus se considera como enviado ás ovelhas perdidas de Israel ( Mt 15,24; 10,6; Lc 19,10 ). O “rebanhozinho” dos discípulos que ele congregou ( Lc 12,32 ) ( “ Não tenhais medo, pequenino rebanho, pois foi do agrado do vosso Pai dar-vos o Reino”.), prefigura a comunidade escatológica, a qual se promete o Reino dos Santos ( Dl 7,12 ); ele será perseguido pelos lobos de fora ( Mt 10,16; Rm 8,13; Rm 8,16 ) e pelos de dentro, disfarçados em ovelhas ( Mt 7,15 ). Será disperso, mas segundo a profecia de Zacarias o pastor que tier sido ferido as congregará na Galileia das nações ( Mt 26,31s; Zc 13,7 ). Enfim no ocaso do tempo, o Senhor do rebanho separará os bons e os maus ( Mt 25,31 ).
Em outros escritos do NT Jesus é apresentado também como “o Grande Pastor das ovelhas” ( Hb 13,20 ), maior que Moisés, o “Chefe dos pastores” ( 1P 5,4 ), o “pastor e guarda” que reconduz as almas desgarradas curando-as com suas própria machucaduras, ( 1P 2,24 ). Enfim no Apocalipse, que parece seguir uma tradição apócrifa sobre o Messias conquistador, o Cristo Cordeiro se torna o pastor que conduz as fonte da vida ( Ap 7,17 ) e que fere os pagãos com um cetro de ferro ( Ap 19,15; 12,5 ).
O conceito de Jesus como sendo o único pastor está de forma mais obvia no Evangelho de São João. A Igreja edificada por Ele, terá o caja-do de um só pastor. Podemos afirmar, sem nenhum medo de errar, que é o cajado de Pedro na pessoa do santo Padre o Papa. Pedro tu és pedra e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja. Te darei as chaves do reino dos céus, oque ligares na terra será ligado no céu, oque desligares na terra será desligado no céu. È bom lembrar que Jesus, fundou e tem uma Igreja; Pedro tu és pedra e sobre tí edificarei a minha Igreja. Negar o óbvio é próprio dos débeis. Jesus é o único pastor, é o filho de Deus que revela aos seu rebanho o amor do Pai. Pedro tu me amas mais que os outros , apascenta o meu rebanho. O discurso de Jesus retoma os dados anteriores, aprofundando-os. Como em Ezequiel (Ez 34,17), trata-se dum juízo ( Jo 9,39 ). Israel se parece com ovelhas oprimidas ( Ez 34,3 ) entregue aos “ladrões, aos bandidos” ( Jo 10,15 ) dispersas (Ez 34,5s.12; Jo 10,12. Jesus , como javé, as “faz sair” e as “conduz à boas pastagens ( Ez 34, 10-14; Jo 10,11); então elas conhecerão o Senhor ( Ez 34,15-10; Jo 10,15 ) que as salvou ( Ez 34,22; Jo 10,9 ). O “ um só Pastor” anunciado ( Ez 34,23 ) “sou eu”, diz jesus ( Jo 10,11 ). Jesus é o mediador único, é a porta de acesso as ovelhas ( 10,7 ) e saída para as pastagens. Só ele delega o poder pastoral ( Jo 21,15ss ) só Ele dá avida no pleno poder de sair e entrar ( Nr 27,17). Uma nova existência se funda no conhecimento mútuo do pastor e das ovelhas, amor reciproco baseado no amor que une o Pai e o filho. Enfim, Jesus é o Pastor perfeito porque dá a sua vida pelas ovelhas ( Jo 10,15-17s ), ele não é só “ferido” ( Mt 26,31; Zc 13,7 ), ele dá a sua vida por sí mesmo ( Jo 10,18 ); As ovelhas dispersadas que ele reúne vem tanto do redil de Israel como das nações ( Jo 10,16; 11,52 ). Enfim o rebanho único assim congregado está unido para sempre, pois é o amor do Pai todo poderoso que o mantem e lhe garante a vida eterna. ( Jo 10,27-30
Pastor e Rebanho no tempo de Jesus.
No tempo de cristo os pastores eram diversamente julgados. 0em nome da Lei, que mal podiam praticar, eles eram equiparados a ladrões e assassínios. Tinha-se contudo presente á memória a profecia do pastor futuro. Jesus a realiza; parece até que ele quis por os pastores entre os “pequeninos” que, como os publicanos e as prostitutas, recebem de bom grado a Boa-Nova. Pode-se interpretar a acolhida que os pastores de Be-lém prestaram a Jesus, nascido provavelmente em seu estábulo ( Lc 15,4-7 ). Mas é na sua pessoa que se realiza a expectativa do bom pastor, e é ele que delega a certos homens uma função pastoral na Igreja.
Deus Ama o Seu Rebanho
Quanta sabedoria divina encontramos nestes textos sagrados que falam do rebanho do Senhor. Temos as alegorias, as comparações, este mesclar vida e pastoreio, que tange o rebanho, zela e cuida dele, com o sonho de Deus em manter a unidade do seu povo. Nenhum pastor quer ver o seu rebanho disperso. O bom pastor vai atrás daquela ovelha que se desgarrou do rebanho, cura a que está ferida, procura as melhores pastagens, quando a tarde cai, as recolhe no redil. Passa noite em vigília protegendo-as dos lobos ferozes . Chama-as pelo nome e elas reconhecem a voz de seu pastor, não seguem a estranhos. Quando o pastor é atacado e ferido, o rebanho se dispersa. Pode acontecer de uma ou outra ovelha se desgarrar do rebanho, fugir para outro aprisco e não querer mais voltar, mesmo assim o pastor tenta recolher em se aprico
O povo de Israel, num dado momento da história, era como ovelha sem pastor. Seguia vozes estranhas. Deuses estranhos, contaminaram-se com os rituais pagãos do Egito e da Babilônia. Não tinha mais uma fé genuína. Deus tem ciúme de seu povo, envia santos pastores para orientá-los, e chama-los de volta. E, que entendam, fora de mim não há outro Deus. Eu sou o Deus de Abrão, Isaque e Jacó. “ A mãe será capaz de se esquecer ou de não lembrar daquele filho que gerou e se existir acaso tal mulher, Deus se lembra de nós em seu amor”. Deus nunca esquece ou abandona o seu povo. O povo pertence a Deus e Ele o conduz. Ninguém pode explorar a boa fé do povo eleito de Deus. Nem tão pouco, manipulá-lo induzindo ao erro. A Lei de Deus que está no decálogo, não pode ser suprimida por nenhuma outra lei dos homens. “Respondendo Pedro e os apóstolos, disseram: Importa antes obedecer a Deus que aos homens. ( At 5,9 )” .
O rebanho do senhor no At, nem sempre obedeceu a Deus e seus pastores, várias vezes, quebrou a aliança que javé fez com eles. Estas desobediências custaram dois longos exílios. Quem rompe com o Senhor torna-se escravo. No Egito, a escravidão durou 215 anos. Na Babilônia, o cativeiro foi também considerado um exilio, é a deportação em maça dos hebreus do antigo Reino de Judá transferido para a Babilônia. Estamos no período do Rei Nabucodonosor. Aconteceram duas amargas deportações. A primeira aconteceu no ano 598 a.C, quando o Rei Joaquim, um homem fraco, se rendeu a Nabucodonosor, Rei da Babilônia. Só recordando, Rei Joaquim era de Jerusalém. Destacamos neste período, os profetas, Jeremias, Ezequiel e Daniel, homens de Deus que purificaram a fé do povo de Israel. A segunda deportação, acontece em 587 a.C, neste período, Jerusalém foi totalmente destruída, na chamada revolta de Judá. No Reinado de Ciro, ano de 538 a.C terminou o cativeiro e o povo volta para Jerusalém graças a um decreto de Ciro. O exilio
Pastor e Rebanho no AT.
Javé, chefe e pai do rebanho. - Contrariamente ao que se poderia pensar, Javé não traz quase nunca o título de pastor: duas designações antigas ( 49,24; 48,15; ) e duas invocações do saltério ( Sl 23,1; 80,2; ). O título parece reservado Àquele que deve vir. Por outro lado se esse titulo não é alegoricamente transferido a javé, pode-se descrever em uma verdadeira parábola do bom pastor as relações de Deus com o seu povo. Por ocasião do Êxodo ele tangeu o seu povo como ovelhas ( Sl 95,7 ), como um rebanho no deserto ( Sl 78,52s ). Assim como um pastor que apascenta o seu rebanho pega em seus braços os cordeiros e os põe sobre o peito, e leva ao descanso as ovelhas mães. ( Is 40,11 ), assim Javé continua a conduzir o seu povo ( Sl 80,2 ). É verdade, Israel mais parece uma novilha renitente que um cordeiro numa campina ( Os 4,16 ); terá que partir cativo ( Jr 13,17 ). Então de novo, Javé os “guiará para as águas borbulhantes” ( Is 49,10 ), reunindo as ovelhas dispersas ( Is 56,8 ) “com um assovio” ( Zc 10,8 ). Ele mostrará a mesma solicitude para com cada fiel, que de nada sente falta e nada tem a temer sob o cajado de Deus ( Sl 23,1-4 ). Em fim a sua misericórdia se estende a todas as gerações.
O Rebanho e Seus Pastores
O Senhor confia a seus servos as ovelhas que ele mesmo apascenta ( Sl 100,3; 79,213; 74,1; Mi 7,11 ) ele as guia pelas mãos de Moises ( Sl 77,21 ) e, para evitar que a comunidade de Javé fique sem pastor, designa Josué como chefe depois de Moises ( Nr 27,15-20 ; ele tira Davi de detrás do redil das ovelhas par fazê-lo apascentar seu povo ( 78,70ss; 2S 7,8; 24,7 ).
Enquanto recebem o título de pastor os juízes ( 2S 7,7 ). Os chefes do povo ( Jr 2,8 ) e os príncipes das nações ( Jr 25,34ss; Na 3,18; Is 44,28; ), este como no caso de Javé não é expressamente dado aos reis de Israel; essa função, contudo, lhes é atribuída ( 1R 22,17; Jr 23,1-2; Ez 34,1-10 ).É, porque, com efeito, o titulo é reservado ao novo Davi, constituindo assim um elemento da esperança escatológica. Essa é a mensagem de Ezequiel, preparada pela de Jeremias: Javé retoma a direção de seu rebanho e irá confiá-lo ao seu Messias.
Os pastores de Israel, com efeito, se mostraram infiéis à sua missão. Não buscaram Javé ( Jr 10,21 ), revoltaram-se contra Ele ( Jr 2,8 ), não se ocupando do rebanho, mas apascentando a si próprios ( Ez 34,3 ), deixando as ovelhas se tresmalharem e se dispersarem ( Jr 23,1ss; 50,6; Ez 34,1-10 ). “todos estes pastores serão pasto do vento” ( Jr 22,22 ). Segundo o augúrio do profeta (Mi 7,14ss), Javé assumirá o rebanho ( Jr 23,3 ) irá reuni-lo, ( Mi 4,6 ) reconduzi-lo ( Jr 50,19 ), e guardá-lo ( Jr 31,10; Ez 34,11-22 ). E então, tentará provê-lo de pastores segundo o seu coração, que apascentarão com inteligência e sabedoria” ( Jr 3,15 23,4); e enfim, segundo Ezequiel, não haverá mais senão um só pastor, novo Davi, com Javé como Deus ( Ez 34,23s ): tal será o rebanho que eu apascento ( Ez 34,31 ) e que se multiplicará ( Ez 36,37 ) : sob esse único pastor, Judá e Israel, outrora inimigos, serão unificados ( Ez 37,22.24; Mi 2,12s ).
Contudo, depois do exilio, os pastores da comunidade não correspondem à expectativa de Javé, e Zacarias retoma a polêmica contra eles, anunciando o destino do pastor futuro. Javé irá visitar em sua ira esses maus pastores ( Zc 10,3; 11,4-17 ) e brandir a espada ( Zc 13,7 ); do Israel assim purificado sobreviverá um Resto ( Zc 13,8s ). O contexto da profecia convida a ver no pastor que é ferido ( Zc 13,7 ) não o Pastor insensato ( ZC 11,15ss ) e sim o “transpassado” ( Zc 12,10). Esse Pastor se identifica concretamente com o servo que, como uma ovelha muda, deve justificar com o seu sacrifício as ovelhas dispersas ( Is 53,6s.11s ).
Pastor e Rebanho no AT.
Javé, chefe e pai do rebanho. - Contrariamente ao que se poderia pensar, Javé não traz quase nunca o título de pastor: duas designações antigas ( 49,24; 48,15; ) e duas invocações do saltério ( Sl 23,1; 80,2; ). O título parece reservado Àquele que deve vir. Por outro lado se esse titulo não é alegoricamente transferido a javé, pode-se descrever em uma verdadeira parábola do bom pastor as relações de Deus com o seu povo. Por ocasião do Êxodo ele tangeu o seu povo como ovelhas ( Sl 95,7 ), como um rebanho no deserto ( Sl 78,52s ). Assim como um pastor que apascenta o seu rebanho pega em seus braços os cordeiros e os põe sobre o peito, e leva ao descanso as ovelhas mães. ( Is 40,11 ), assim Javé continua a conduzir o seu povo ( Sl 80,2 ). É verdade, Israel mais parece uma novilha renitente que um cordeiro numa campina ( Os 4,16 ); terá que partir cativo ( Jr 13,17 ). Então de novo, Javé os “guiará para as águas borbulhantes” ( Is 49,10 ), reunindo as ovelhas dispersas ( Is 56,8 ) “com um assovio” ( Zc 10,8 ). Ele mostrará a mesma solicitude para com cada fiel, que de nada sente falta e nada tem a temer sob o cajado de Deus ( Sl 23,1-4 ). Em fim a sua misericórdia se estende a todas as gerações.
PASTOR E REBAHO
A figura do pastar, perpassa todo o universo bíblico, o mesmo acontece com rebanho e ovelha. Nos cultos, rituais e oferendas a ovelha esta em destaque. Por ser algo de valor, é oferecida a Deus em sacrifício. Sabendo da sentença de morte, a ovelha se dirige muda ao matadouro. Na dedicação do templo do rei Salomão, foram sacrificadas 120 000 ovelhas. ( 1 Reis 8.63 ) “Salomão imolou, para o sacrifício de comunhão que ofereceu a javé, vinte e dois mil bois, e cento e vinte mil ovelhas.
“Profundamente radicada na experiência dos “arameus nômades” ( Dt 26,5 ) que foram os patriarcas de Israel em meio a uma civilização pastoril ( Gn 4,2 ), a metáfora do pastor que conduz seu rebanho exprime admiravelmente dois aspectos – aparentemente contrários, e amiúde, separados – da autoridade exercida sobre os homens. O pastor é ao mesmo tempo um chefe e um companheiro. É um homem forte, capaz de defender seu rebanho contra as feras ( 1S 17,34-37 ; Mt 10,16; At 20,29 ) é também delicado com suas ovelhas, conhecendo o seu estado ( Pv 27,23 ), adaptando-se a sua situação ( Gn 33,13 ), levando-as em seus braços ( Is 40,11 ), acariciando esta ou aquela “como sua filia” ( 2S 12,3 ). Sua autoridade é indiscutida, é baseada no devotamento e no amor. De resto no antigo Oriente ( Babilônia e Assíria ), os reis gostavam de se considerar como pastores aos quais a divindade havia confiado o serviço de reunir as ovelhas do rebanho e delas cuidar. Sobre este pano de fundo a bíblia pormenoriza as relações que unem Israel e Deus, através de Cristo e seus delegados.
Joaquim Jeremias, no livro Jerusalém no tempo de Jesus, conta que nem todos os pastores eram vistos de forma confiável. Existiam também os maus pastores. Na lista das profissões que um pai não devia recomendar a seu filho aparece a profissão de pastor. Pesava uma suspeita sobre os pastores que não gozavam de boa reputação. Conforme provava a experiência, na maioria das vezes eram desonestos e gatunos; pastoreavam seus rebanhos em propriedades alheias, e o que ainda é mais grave, extorquiam a renda dos rebanhos. A ideia angelical dos pastores não era uniforme e nem comum a todos no empo de Jesus. Quando Jesus diz: Eu sou o bom pastor, já se conclui que existem também os maus pastores. ( Jo 10,11; Ez 34,1; Jr 23,1-3; Mq 2,13; ). O profeta Ezequiel, chamado por Deus, não poupou os maus pastores. O povo de Israel, exilado na babilônia, tem permissão de culto, porem está sobre a direção de maus pastores. O rebanho do Senhor deve ser preservado. Ez 34,1; “Ai dos pastores de Israel que se apascentam a si mesmos!” O profeta Ezequiel é muito atual. Oque ele condenou a dois mil e quinhentos anos, está acontecendo hoje. Se o rebanho do senhor, o seu povo, lesse o profeta Ezequiel, faria um melhor discernimento antes de seguir qualquer pessoa que se apresenta como pastor. O diabo também pode fazer milagres. Jesus alertou os seus discípulos que os milagres não bastam para comprovar se a obra é de Deus ou não, pois o Anticristo também iria realiza-los. “ Se alguém vos disser: O cristo está aqui!”, ou: “Ele está ali”, não acrediteis. Surgirão falsos cristos e falsos profetas, que farão grandes prodígios e maravilhas para enganar, até os eleitos. Vede, eu vos preveni”. ( Mt 24,23-25 ). Tem muitos falsos pastores, que estão construindo verdadeiros impérios econômicos com o dinheiro dos mais pobres. São verdadeiros gatunos. O profeta Jeremias, para mim que sou teólogo, o vejo também bastante atual. Quando sai em defesa do rebanho do senhor, seus oráculos fazem tremer. O profeta Jeremias teria nascido no ano 650 aC. O auge de seu trabalho se dá entre 605 a 587 aC, quando Nabucodonosor tem sua ascensão ao trono e destrói Jerusalém.
As Ovelhas na Terra de Jesus
Na terra de Jesus, este tipo de animal, fazia parte da economia local. Até hoje, é assim.
A ovelha fornece boa parte do sustento das famílias, a lã, para o vestuário, leite, manteiga, queijo. A bolça para transporte de água, feita do couro das ovelha ,além das botijas de vinho . Utensílio domestico feito de ossos, chifre, usado como instrumento musical, remédios para queimadura, como pomadas, graxa para untar eixos de carruagens. O numero do rebanho, na Palestina era grande, Palestina e Síria ofereciam boas pastagens, os terrenos para a criação de ovelhas eram grandes. As ovelhas pastavam no próprio deserto, após as chuvas de inverno as plantas que brotavam, eram alimentos delas. Um pastor cuidava, sozinho, de um grande rebanho. Muitos pastores morriam defendendo uma ovelha de um lobo feroz. As ovelhas deviam ser protegidas das feras, dos ladrões, e do tempo inclemente. ( Gn 31,38-40 ). Eis que ha vinte anos estou contigo: tuas ovelhas e tuas cabras não abortaram e eu não comi os cordeiros do teu rebanho. 39Não te apresentei os animais despedaçados pelas feras, mas eu mesmo compensava sua perda: de mim reclamavas oque fora roubado de dia e o que fora roubado de noite.
Segundo, nota da Bíblia de Jerusalém, o pastor era isento de culpa se mostrasse restos do animal destroçado pelas feras. Caso contrário tinha severa punição.
Assinar:
Postagens (Atom)